Solos Hibridus
Hibridus Dança

Dia: 15/11/2013
Horário: 20h
Duração: 80 min.
Classificação: Livre

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Prumo
Prumo é um ato de resistência, sugere a ideia da capacidade de permanecer de pé, neste solo do artista da dança do Hibridus de Ipatinga/MG Wenderson Godoi, orientado pelo artista da dança do Núcleo do Dirceu de Teresina/PI Marcelo Evelin, propõe uma conversa de corpo que dança gerando organizações e desorganizações no tempo e no espaço, desestabilizando, perturbando, gerando crises para provocar mudanças de direção na coreografia. O que fica é um corpo que sacode o tempo, insistindo no movimento, provocando uma dança de instabilidade, um corpo que não senta, uma fala que não sai, mas que insiste dançar o desequilíbrio como consequência de uma serie de pequenos processos de desconhecimento em continuar existindo.

Ficha técnica:

Interprete/criador: Wenderson Godoi
Colaboração/orientação/provocação: Marcelo Evelin
Iluminação: Seminaluz
Trilha: Pedro Bastos
Fotos: Nilmar Lage
Duração: 15 min.

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Submersa
Quando eu era criança ficava horas observando a enchente. Ela furava o silêncio e trazia a instabilidade. A água do rio brincava comigo.’Não entra na água da enchente’ dizia a minha avó, eu molhava os pés,  entrava no rio até os joelhos,até a cintura, até o peito, até a boca, eu provava a água da enchente. Não entendia muito bem a fascinação que a enchente me provocava mais eu comecei a esperá-la como um evento especial . A enchente é o estado de  loucura do rio, a enchente é o rio sem razão, a enchente é o rio com dor de barriga, com febre, com dor de cabeça, com as roupas rasgadas e sujas, menstruação cor de terra.  Eu fui percebendo  que o rio era o meu corpo que o rio era o espaço onde as coisas aconteciam, que o rio era eu.

Ficha técnica:

Interprete criadora: Maria Cloenes
Direção: Marcos Nauer
Iluminação: Seminaluz
Trilha Sonora: Pedro Bastos
Duração: 23 min.

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V  de Tela

Um experimento, um atrevimento talvez..
Lançar em estado de sozinho no meio do mundo, o mundo da cena, colocar o que precisa colocar
Fazer poesia com o corpo
Deixar o movimento criar poeira, trazer a terra do chão, fazer dançar a lembrança de Pretinha.
Pretinha nem adivinhava que um dia ia se tornar dançarina, artista.
A vida foi indo e de repente tá  Pretinha aqui, tá Pretinha ali
V de Tela usa de propósito a lente da tela  como entrada no universo próprio e compartilhado de Rô
Uma exposição? Sim
Uma  exposição amorosa, ousada de se deixar dançar..
VAI
VAI
VAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

 Ficha Técnica:

Criador/interprete: Rosângela Sulidade
Consultoria espacial /coreografica/conceitual: Dudude Hermman
Iluminação: Seminaluz
Trilha: Pedro Bastos
Fotos: Nilmar Lage
Duração: 15 min.

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Re – Forma

Refazer, reformar, trabalhar o corpo em que se vive, em que se deseja viver. A forma enquanto estética, a forma enquanto maneira. Re-forma implica olhar de novo, se ver, nele e com ele, no lugar em que se encontra – no lugar ditado para ele, padronizado, idealizado pela e para a sociedade enquanto uniformidade a ser belo, perfeito, ágil e desejável, buscando uma igualdade para ser diferente –   seguir os parâmetros, fugir deles, extrapolá-los no intuito de um encontro e desencontro consigo mesmo.

Ficha técnica:

Interprete/criador: Luciano Botelho
Colaboração/Orientação: Marco Paulo Rolla
Iluminação: Seminaluz
Trilha: Pedro Bastos
Fotos: Nilmar Lage
Duração: 25 min.

Local: Teatro do Centro Cultural Usiminas

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