Pensando em Dois, por Dois, Chamados de 2, assistidos em algum palco qualquer…

Retirada rápida e precipitada, subterfúgio. Perda momentânea da consciência em plena condescendência,somos o B! O que numa série de dois ocupa o ultimíssimo lugar. Face de pedra de dominó que tem dois sinais, Cosme e Damião. Monumento druídico, formado de uma grande pedra chata, posta sobre duas outras verticais. Estrutura decorrente de necessidades sociais, repleta de dualismo! Precede o um e antecede o três. Algo ao qual se recorre quando, A, primeira estrela de uma constelação, resplandece em outro tablado vigorante, à sombra de um conjunto de acontecimentos e quem sabe, chamodos “corpos desgastados”. O que é padrão? Existe? Peço que venha a ser Baal o Si Bemol, e que a contemporaneidade procurada continue se envolvendo cada vez mais ao remoto, juntando-se às inquietações oriundas de toda uma experiência.

Jackeline Xavier

O menino que continua aceso

Por Wenderson Godoi Há espetáculos que falam da infância. Outros falam da memória. Mas Infância: Caixas da Memória, de Marcos Marinho, parece interessado em algo

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